Além disso, o Brasil é signatário do TNP, um acordo global que visa impedir a disseminação de armas nucleares e promover o desarmamento. A Coreia do Norte, citada pelo candidato, permanece como o único país a ter formalizado sua saída do tratado, em 2003, o que resultou em sanções severas e um isolamento prolongado perante a comunidade internacional. O debate sobre a viabilidade de seguir um caminho semelhante coloca em xeque a política externa de não agressão que o Brasil mantém há décadas.
Embora tenha reconhecido que a produção de armamento atômico não é uma meta exequível no curto prazo, Renan Santos defendeu que o tema deve ser integrado a um projeto estratégico de longo prazo. A fala repercutiu intensamente nas redes sociais, dividindo opiniões entre aqueles que veem na proposta uma forma de fortalecer a soberania nacional e críticos que apontam riscos de instabilidade geopolítica e violação de tratados fundamentais.
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Fonte: estadodoparaonline.com
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